PSICANÁLISE E A FORMAÇÃO DO PSICANALISTA.

Publicado: setembro 12, 2014 em Uncategorized

A Sociedade Brasileira de Psicanálise Contemporânea, também identificada pela sigla SOBRAPSICO, é uma instituição que possui personalidade jurídica, registrada no Cartório de Pessoa Jurídica do 3º Ofício de Justiça da comarca de Nilópolis, RJ. Com caráter de Associação Privada, a SOBRAPSICO foi fundada com o objetivo de popularizar e promover a Psicanálise nas diversas esferas da sociedade brasileira, contextualizando o saber psicanalítico, integrando-o aos demais saberes, teorias e ciências contemporâneas.

A proposta da SOBRAPSICO é facilitar o acesso da população ao atendimento psicanalítico, formando Psicanalistas éticos, com conteúdo e bem capacitados para a prática de suas atividades, que possam atuar como promotores de educação, saúde e qualidade de vida, trabalhando em seus consultórios particulares, clínicas, hospitais ou ainda em escolas, ONGs e outras instituições da rede pública ou privadas.

A SOBRAPSICO visa integrar a Psicanálise como disciplina da saúde, facilitando o diálogo inter e multidisciplinar que beneficia tanto os indivíduos que buscam tratamentos, mas também às instituições e a sociedade como todo.

A SOBRAPSICO, mantém a Escola de Psicanálise Contemporânea, e, através dela, oferece cursos de Formação Psicanalítica nas modalidades Presenciais e à Distância, com base no Tripé “Teoria, Supervisão e Análise” e, em conformidade com o Decreto n.º 2.208 de 17/04/97 que Regulamenta a LEI Nº 9394/96, DE DIRETRIZES E BASES DA EDUCAÇÃO NACIONAL, capacitando pessoas para o exercício de atividades profissionais remuneradas como Psicanalistas, de acordo com a Classificação Brasileira de Ocupações n.º 2515-50 do Ministério do Trabalho e Emprego. As formações oferecidas pela SOBRAPSICO são de caráter livre e incluídas na categoria de EDUCAÇÃO PROFISSIONAL e independe de autorização dos órgãos regulamentadores da educação para serem oferecidos.

Através de convênios e parcerias educacionais com Instituições de Ensino Superior nos diversos estados brasileiros, a SOBRAPSICO poderá oferecer, paralelamente, cursos de Extensão e Pós-Graduação na área da Psicanálise e afins, visando a melhor formação, preparo e constante atualização de seus membros e alunos.

DIRETORIA:

PRESIDENTE:
DAVID JANSEN PINHEIRO PECIS:
Psicólogo & Psicanalista, inscrito no CRP-RJ 41228;
Formação Psicanalítica;

Pós-Graduado em Teoria Psicanalítica com ênfase em Prática Clínica e Institucional;
Pós-Graduado em Saúde Mental e Práticas Terapêuticas;
Professor do Curso de Graduação em Psicologia da Faculdade de Ciências Médicas e Paramédicas Fluminense (SEFLU);
Membro do Conselho Brasileiro de Psicanálise sob CBPRERJ 01201/RJ;
Membro da Associação Brasileira de Saúde Mental;
Currículo Lattes: http://lattes.cnpq.br/6352762862083523

VICE-PRESIDENTE:
MARCELO RODRIGUES BELLIENY:
Psicólogo Clínico, inscrito no CRP-RJ 42429.

SECRETÁRIA:
THAIANA DOS SANTOS OUVERNEY:
Pedagoga e Pós-Graduada em Gestão de Pessoas.

TESOUREIRA:
TATIANE DOS SANTOS OUVERNEY PECIS:
Psicóloga Clínica e Organizacional, inscrita no CRP-RJ 40429.

OUTROS CURSOS

ACONSELHAMENTO TERAPÊUTICO –
RELAXAMENTO TERAPÊUTICO –
HIPNOSE TERAPÊUTICA –
TERAPIA FLORAL –
FITOTERAPIA.

SOBRE A PSICANÁLISE:
A Psicanálise é ao mesmo tempo, um método investigativo da mente humana, uma teoria que explica o comportamento humano e uma técnica psicoterapêutica idealizada e fundamentada pelo Médico Neurologista Dr. Sigmund Freud (1856-1939). Inicialmente chamada de “a cura pela fala”, consiste essencialmente em evidenciar o significado inconsciente das palavras, das ações, das produções imaginárias (sonhos, fantasias, delírios…) de um sujeito, baseando-se principalmente nas associações livres, que são a garantia da validade da interpretação, sobretudo as expressas pelos chamados “atos falhos” e, pode estender-se para produções humanas, às quais não se dispõe de associações livres. Podemos dizer que a Psicanálise é um conjunto de teorias psicológicas e psicopatológicas em que são sistematizados os dados obtidos através do método psicanalítico de investigação e utilizado como forma de tratamento. A aceitação de processos psíquicos inconscientes, o reconhecimento da ação dos mecanismos de defesa do EGO e a consideração da sexualidade e do complexo de Édipo para a formação da personalidade humana são os conteúdos principais da Teoria Psicanalítica e as bases de sua aplicação na clínica. É considerado Psicanalista, o indivíduo que apresentar sólidos conhecimentos da Teoria Psicanalítica, bem como pleno domínio da Técnica Psicanalítica e comprovada habilidade para o emprego da Psicanálise na área Clínica e como forma de Terapia.

A PSICANÁLISE CONTEMPORÂNEA:

A Psicanálise comemorou recentemente um século de existência. Nestes 100 anos, acompanhando as modificações que se processaram em todas as áreas científicas e no pensamento humanístico em geral, também a Psicanálise sofreu, e vem sofrendo, profundas transformações, a ponto de, na atualidade, se comparada com os tempos pioneiros de Freud, não exageramos ao dizer que ela está quase irreconhecível. Isso se deve não só ao crescimento do número de correntes psicanalíticas, cada uma delas com concepções contestadoras, inovadoras ou ampliadoras, mas também pelo fato de que cada uma delas também vem passando por sucessivas mudanças, desde suas formulações originais.

Assim, talvez possa servir de exemplo, a forma como a escola Kleiniana concebeu inicialmente o problema da “inveja” na teoria e técnica da Psicanálise e como é hoje: para M. Klein, mais precisamente à partir de 1957, a inveja primária é sinônimo de “pulsão de morte”, de sorte que ela é inata, e, independentemente de alguma frustração externa, o bebê já nasce devotando um ódio ao “seio materno”, que ele vivencia como sendo “mau”. Essa postulação metapsicológica seguindo o princípio de que toda mudança teórica é seguida de uma mudança técnica, e vice-versa, acarretou para as gerações de Analistas Kleinianos, uma forma de analisar que consistia primordialmente em encarar as manifestações transferenciais à partir desse vértice da “inveja primária”, ou seja, de ataques sádicos-destrutivos contra as fontes geradoras de alimentos (mãe no passado, analista no presente), seguidos de culpas, medo de uma retaliação persecutória, necessidade de reparações, etc. Embora haja bastante respaldo nesta perspectiva, ela pecava pelo excesso e quase exclusivismo dessa abordagem na prática clínica, não raramente adicionando no analisando mais culpas e sentimentos de desqualificação do que aquelas que ele já carregava. Os próprios autores Kleinianos, como Rosenfeld (1986), foram modificando essa tese relativa à Inveja Primária e, na atualidade, os analistas seguidores de M. Klein, conservam tudo aquilo que de importante e útil está contido nos postulados dela, porém não mais prosseguem levando ao pé da letra aquela atitude na situação analítica de “caçador dos indícios da agressão e da inveja do paciente”. Existe agora uma maior abertura para trabalhar com inúmeros outros aspectos da personalidade do analisando, principalmente à partir das inovadoras concepções de Bion, a tal ponto que aquela referida atitude anterior na forma de encarar e interpretar o analisando, hoje, não passa de uma caricatura.

Essas transformações na Psicanálise, é evidente, processam-se tanto na metapsicologia e na teoria, como também na técnica e prática clínica, até mesmo porque todos estes quatro aspectos estão intimamente relacionados entre si, um influenciando o outro. No entanto, parece-me que as mudanças na prática clínica são mais lentas e tímidas, pelo menos, como aparecem nas manifestações públicas dos analistas, talvez pelo fato de que os princípios técnicos são transmitidos de geração à geração de Psicanalistas, na maioria das vezes influenciadas pela presença vigilante de um “Super-Ego Psicanalítico” representado pelas instituições responsáveis que, por sua vez, necessariamente, também estão presas ao peso de uma tradição secular.

De uma forma altamente esquemática, creio que a Psicanálise pode ser dividida em 3 períodos, com os seus respectivos paradigmas mais característicos: 1) A Ortodoxa, 2) A Clássica e 3) A Contemporânea.

A Psicanálise Ortodoxa, que caracteriza aquela que foi praticada por Freud e algumas gerações de seguidores, privilegiava mais o aspecto da investigação dos processos psíquicos, sendo que esta foi uma das razões porque os sonhos constituíam o que de mais precioso o paciente poderia trazer para o analista, e a análise desses sonhos ocupava um exame longo e meticuloso de cada detalhe. O enfoque da análise era quase que exclusivamente centrado nos proibidos desejos edípicos, reprimidos no inconsciente. O objetivo terapêutico precípuo nestes primeiros tempos consistiam unicamente na remoção dos sintomas, sendo que à partir de W. Reich (1933) o objetivo da análise também começou a ficam extensivo ao que este autor denominava “couraça caracterológica”. As análises eram de duração mais curta, enquanto as regras técnicas eram muito mais rígidas, de sorte que uma análise ortodoxa era praticada com 6 sessões semanais. O grande mérito do analista consistia na sua capacidade de decodificar as manifestações simbólicas, sendo que o paradigma da cura repousava em 3 princípios formulados por Freud: 1) O neurótico sofre de reminiscências e a cura consiste em rememorá-las (teoria do “trauma psíquico”); 2) tornar consciente o que é inconsciente (teoria topográfica); e 3) onde houver o ID o Ego deve estar (teoria estrutural).

O período da Psicanálise Clássica coincide com a abertura de novas correntes de pensamento Psicanalítico, diferenciadas dos postulados Freudianos. Possivelmente como uma forma de criar e preservar uma identidade própria para a Psicanálise, existia uma diferença bem mais rígida do que a que existe atualmente entre Psicanálise e Terapia Psicanalítica. Na literatura psicanalítica começa a transparecer a presença de uma crescente e forte valorização dos aspectos referentes ao desenvolvimento emocional primitivo. Em consequência disso, ficou alargado o espectro de categorias clínicas consideradas “analisáveis”, abarcando, inclusive, pacientes em condições psicóticas. O foco do maior interesse do analista passou a ser o da interpretação das emoções arcaicas, relações objetais parciais e fantasias inconscientes, com as respectivas ansiedades e defesas primitivas. Por parte do analista, este período clássico evidenciava uma ênfase interpretativa nos sentimentos agressivos do paciente ligados ao “instinto de morte”. As análises passaram a ser de duração bem mais longa, com uma menor rigidez nas regras técnicas, com a redução do número de sessões para 5 semanais e, posteriormente em alguns centros para 4 sessões semanais. O período clássico conservou a regra virtualmente absoluta de que só teriam um valor “verdadeiramente psicanalítico” as interpretações unicamente dirigidas à “neurose de transferência”. A contra-transferência passou a ganhar um merecido espaço de valorização, assim apontando para os primórdios da Psicanálise baseada na relação transferencial e contra-transferencial. No entanto, de certa forma, ela recaiu num extremo oposto de que tudo aquilo que o analista sentisse seria literalmente sempre resultante de identificações projetivas do paciente. Havia uma intensa restrição à introdução de qualquer “parâmetro técnico” – termo de Eissler (1953) que designa qualquer modificação de combinação do setting clássico como mudança de hora possibilidade de um uso concomitante de algum psicofármaco, etc.

A Psicanálise contemporânea, por sua vez prioriza os vínculos emocionais e relacionais de amor, ódio e conhecimento, que permanentemente permeiam a dupla analítica. O modelo utilizado para essa inter-relação analítica guarda semelhança (o que não quer dizer igualdade) com aquele que caracteriza a primitiva relação da mãe com seu bebê e vice-versa; assim, os psicanalistas atribuem uma importância bem mais significativa à influência da mãe real, no psiquismo da criança. Da mesma maneira, é cada vez maior a crença de que a “pessoa real” do analista exerce uma marcante influencia na evolução da análise. O leque de analisabilidade, incluindo pacientes bastante regressivos, ficou mais ampliada, sendo que o conceito de “analisabilidade” (que inicialmente leva em conta os antecipados aspectos de diagnóstico e prognóstico) começa a ceder lugar aos critérios de “acessibilidade” (alude, mais do que ao diagnóstico clínico, à motivação e à capacidade de o paciente permitir, ou não, um acesso ao seu inconsciente). Começa a haver um menor rigor nos limites entre Psicanálise e Psicoterapia Psicanalítica, o estilo interpretativo do analista adquire um tom mais coloquial, sendo que a inclusão de eventuais parâmetros técnicos é encarada com mais naturalidade muito particularmente o aspecto que se refere ao uso simultâneo de psicotrópicos. A análise das funções do Ego, incluídas aquelas que pertence ao consciente, ocupam um interesse bem maior por parte dos psicanalistas. Cresce de forma significativa um enfoque nos transtornos narcisistas da personalidade e, da mesta forma, começa a ganhar corpo a análise de “autismo psicogênico”, tanto em crianças com autismo secundário como em certos casos de adultos neuróticos. A Psicanálise começa a abrir as portas para outras ciências, como a linguística, a teoria sistêmica, as neurociências, a psicofarmacologia, etologia etc. Em relação aos critérios de formação dos psicanalistas o pêndulo contemporâneo inclina-se nitidamente para uma “formação pluralista”, ou seja, para a recomendação de que o Psicanalista conheça os postulados das diversas escolas de Psicanálise e, à partir dessas, juntamente com sua experiência de Análise Pessoal e de Supervisões, construa a sua formação, de forma livre e coerente com seu jeito autêntico de ser.

Um bom critério para medir as principais transformações da Psicanálise é aquela que leve em conta a prática clínica, ou seja, que enfoque aqueles aspectos que podem ser considerados como agentes eficazes de verdadeiras mudanças terapêuticas.

(ZIMERMAN, David E. Fundamentos Psicanalíticos: Teoria, Técnica e Clínica. Porto Alegre: Artmed, 1999. Capítulo 4 – Psicanálise Contemporânea.)

REGULAMENTAÇÃO:

Tanto no Brasil quanto nos demais países do mundo, a Psicanálise é exercida livremente (não é regulamentada), contudo é regida por critérios éticos bastante rígidos e bem definidos. No nosso caso, no Brasil, seu exercício se dá de acordo com o artigo 5.º, incisos II e XIII da Constituição Federal. Sobre a legalidade da prática profissional psicanalítica, acrescenta-se ainda o Parecer do Conselho Federal de Medicina, Processo Consulta 4.048/97 de 11/02/98. Parecer 309/88 da Coordenadoria de Identificação Profissional do Ministério do Trabalho. Parecer n.º 159/2000 do Ministério Público Federal e da Procuradoria da República do Distrito Federal, e Aviso n.º 257/57, de 06/06/1957, do Ministério da Saúde, este último como marco histórico. A Psicanálise é uma ocupação reconhecida pelo Ministério do Trabalho Brasileiro, sendo classificada como parte da Família Ocupacional 2515 (Psicólogos e Psicanalistas), registrada sob a CBO (Classificação Brasileira de Ocupações) n.º 2515-50, definida como atividade de profissionais que: estudam, pesquisam e avaliam o desenvolvimento emocional e os processos mentais e sociais de indivíduos, grupos e instituições, com a finalidade de análise, tratamento, orientação e educação; diagnosticam e avaliam distúrbios emocionais e mentais e de adaptação social, elucidando conflitos e questões e acompanhando o(s) paciente(s) durante o processo de tratamento ou cura; investigam os fatores inconscientes do comportamento individual e grupal, tornando-os conscientes; desenvolvem pesquisas experimentais, teóricas e clínicas e coordenam equipes e atividades de área e afins.

FORMAÇÃO DO PSICANALISTA:

Não existe Faculdade de Psicanálise, de modo que tal formação é fornecida na forma de Cursos Livres, de Capacitação ou mesmo Especialização, inseridos na categoria de Educação Profissional, em conformidade com o Decreto n.º 2.208 de 17/04/97 que Regulamenta a LEI Nº 9394/96, DE DIRETRIZES E BASES DA EDUCAÇÃO NACIONAL. Existem diversas Escolas de qualidade no Brasil que zelam pelos princípios Éticos, pelos valores Psicanalíticos e oferecem o Curso de Formação em Psicanálise seguindo rígidos padrões de qualidade, e indubitavelmente a Escola Metropolitana de Psicanálise é uma dessas. Aqui você aprende de verdade.


OUTRAS INFORMAÇÕES:

1. Não é necessário ser Psicólogo para ser Psicanalista;
2. Não é necessário ter formação superior para ser Psicanalista, apesar de algumas escolas colocarem isso como pré-requisito para o ingresso em seus cursos, não há obrigatoriedade legal para fundamentar essa exigência;
3. Não existe Conselho Federal, nem Regionais de Psicanálise no Brasil, sendo assim, a normatização e regulamentação da atuação dos Psicanalistas ficam a cargo das Sociedades Psicanalíticas, Sindicatos de Psicanalistas ou outras instituições com caráter de Associação de Profissionais na área da Psicanálise, como é o caso da Ordem Nacional dos Psicanalistas;
4. Para ser considerado Psicanalista Clínico é necessário ter sido formado com base no “Tripé Psicanalítico”, ou seja, é preciso ter obtido o conhecimento Teórico, ter feito Supervisão Clínica e ter passado por um processo de Análise. Tanto a Supervisão como a Análise devem ser feitas por Psicanalistas, de preferência com profissionais diferentes.
5. Existem diversas Escolas por aí, que oferecem o conteúdo teórico, mas não oferecem nem Supervisão Clínica, nem Análise Pessoal. Isso é muito prejudicial para os alunos que ficam muito mal vistos e, no futuro sentirão na pele o peso por não terem feito uma boa formação. Então, avalie bem antes de empregar seu tempo e seu dinheiro num curso que não irá lhe formar da maneira correta. Em outras palavras, se quer ser um bom profissional, comece fazendo um bom curso de formação.

PARCEIROS


Fonte http://www.sobrapsico.org.br/p/sobre-nos.html

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