Revista Reação

Publicado: fevereiro 26, 2017 em Uncategorized
Há mais de 19 anos no mercado editorial brasileiro, a REVISTA NACIONAL DE REABILITAÇÃO (REVISTA REAÇÃO) se destaca por sua qualidade jornalística, pela relação profissional e de qualidade que mantém com seus parceiros e anunciantes do setor e por sua constante atualização e aproximação com seus leitores, transmitindo informações claras sobre o que é buscado por seu público e sendo caracterizada como uma verdadeira plataforma de comunicação (tanto impressa, como digital) – como um real porta-voz – das Pessoas com Deficiência, Mobilidade Reduzida, Familiares e Profissionais do Setor no Brasil e no mundo.

Hoje, com 20 mil exemplares, a Revista chega diretamente às mãos dos leitores em todo o Brasil e em mais 17 países onde tem assinantes. Importante: A Revista Reação não é vendida em bancas, chega diretamente no endereço de seu público via Correio.

A publicação conta com um time exclusivo de colunistas e articulistas consagrados no universo da PcD e com outros inovadores em seus assuntos e conceitos, que trilham conosco o caminho da Inclusão e da Acessibilidade. Nosso diferencial é trazer informações “PARA” as Pessoas com Deficiências, não nos limitando a falar somente SOBRE a pessoa com deficiência, mas sim diretamente para as PcD, Familiares e Profissionais do Setor.

Dentre nossas páginas, abrangemos assuntos sobre: política, trabalho, associações, cultura, empregabilidade, sexualidade, lições de vida, direito, esporte, tecnologia, eventos do setor, mercado, testes drives de veículos adaptados, mulher, música e arte, motor e velocidade, web, entrevistas com pessoas importantes da área, entre várias outras informações destinadas as Pessoas com Deficiência e seu dia a dia.

A Revista Reação é a única que traz o Caderno Técnico & Científico encartado em todas as edições, trazendo artigos escritos por especialistas da área da saúde em geral.

A publicação traz, exclusivamente, o Caderno de Cidades – Acessibilidade e Mobilidade Urbana, que trata sobre a acessibilidade nas cidades brasileiras, também incluso regularmente nas edições.

Divulgação cultural, reflexão sobre a identidade da Pessoa com Deficiência, incentivo à inclusão, diálogo com a sociedade brasileira em geral, defesa dos direitos e influência política são as principais marcas da Revista Reação.

O equilíbrio de todos estes fatores faz da Revista Reação, nestes mais de 18 anos de vida, uma publicação com tradição e vanguarda – motivo pelo qual conquistou e manteve a simpatia de seus leitores e também se tornou um veículo ímpar como ferramenta de luta da Pessoa com Deficiência, além de referência para empresas, entidades e associações em suas campanhas institucionais ou de outras metas em prol do seguimento.

http://www.revistareacao.com.br/

Casulo – Laboratório de impulsos e acompanhamento de artefatos literários


O laboratório é um espaço para quem tem projetos literários em fase de desenvolvimento e busca leitura, diálogo e novos impulsos. Os projetos dos participantes serão debatidos em sua concepção, seu esqueleto e sua carpintaria textual, dependendo do estágio em que estiverem. Como impulsos, utilizaremos amostras de obras contemporâneas – de prosa, poesia, arte ou audiovisual – e proposições de exercícios que possam dialogar com os projetos dos participantes, sejam eles ficções curtas, longas ou outros formatos e linguagens artísticas que dialoguem com a literatura. A proposta do laboratório é ser um espaço de contaminação e maturação, de onde cada um saia com seu projeto mais sólido do que quando entrou.

Pré-requisito para participação: envio de um texto com 2.000 caracteres dizendo por que desejam fazer a oficina até 24 de março de 2017.

OBS.: O resultado dos trabalhos do Casulo poderá ser publicado, em princípio virtualmente, no site da Estação na seção Prosa Experimental.

Prof. Leonardo Villa Forte – Escritor, artista, professor, com experiência no mercado editorial. Mestre em Literatura, Cultura e Contemporaneidade pela PUC-RJ, graduado em Psicologia pela UFRJ. Autor de O princípio de ver histórias em todo lugar (romance), Agenda (conto) e O explicador (contos), Paginário (intervenção urbana) e MixLit – O DJ da Literatura (blog e série de colagens).

Nosso endereço:

Estação das Letras

Rua Marquês de Abrantes, 177 – Lojas 107/108 :: Flamengo

Rio De Janeiro, RJ 22230-060

Brasil

Telefone: (21) 3237-3947

http://estacaodasletras.com.br/

Imagem  —  Publicado: fevereiro 22, 2017 em Uncategorized

 

O implante coclear é um aparelho cirurgicamente implantável que permite que pessoas com surdez moderada a profunda tenham acesso aos sons, inclusive aos da fala. Em 22 de outubro passado, foi inaugurado o Instituto Escuta, localizado na Vila Mariana, na capital paulista, única instituição do gênero a trabalhar com crianças e também com suas famílias. De acordo com a diretora clínica do Instituto, Carla Rigamonti, apesar de proporcionar o acesso aos sons da fala, o implante coclear não garante que a criança – mesmo que implantada precocemente – desenvolva a língua oral. Para isso é fundamental que os cuidadores saibam da importância da manutenção, dos estímulos e da frequência a uma terapia fonoaudiológica de qualidade. É necessário também que a escola esteja preparada para estimular uma criança implantada da melhor forma possível e é importante que a família faça o acompanhamento devido com o grupo de implante coclear. “Esses são alguns fatores cruciais para que a criança possa adquirir a língua oral”, explica a diretora. “No Escuta, nossa ideia é acompanhar a família semanalmente, com atenção especial a esses aspectos e à qualidade de vida do núcleo familiar como um todo”.
O projeto nasceu dentro de uma empresa de importação e comercialização de produtos médico-hospitalares, a Politec Saúde, há 4 anos. “Essa fase mostrou a importância do acompanhamento frequente às famílias, que se sentiam amparadas e empoderadas em relação ao tratamento. Por meio do Projeto de Intervenção recebíamos as famílias semanalmente por duas horas e meia, durante um mínimo de seis meses, e realizávamos atividades específicas para cuidadores e crianças usuárias de implante coclear, considerando a importância fundamental do adulto para o desenvolvimento pleno da criança”, lembra Carla.
Com a inauguração do novo instituto, a Politec continua patrocinando o projeto mas não mais exclusivamente. “Sabiamos que, na transição para o terceiro setor, teríamos a oportunidade de crescer, atender mais famílias e desenvolver novos projetos. O que mudou é que poderemos atender usuários de todas as marcas de implante coclear e ampliar o número e o formato de atendimentos e de famílias atendidas”, explica a diretora.
Além do Projeto de Intervenção, que será agora anual, já oferecido, o Instituto fará também uma avaliação interdisciplinar e, a médio prazo, terá atendimentos clínicos individuais e familiares. “Com a família, realizamos palestras de orientação sobre temas relacionados à surdez, desenvolvimento de fala, direitos e benefícios, entre outros. Queremos que os pais tenham acesso às informações e possam ser menos dependentes dos profissionais. Fazemos também oficinas artesanais, com a ideia de que os pais possam pensar em outras coisas que não exclusivamente o tratamento e desenvolvimento do filho. E, por fim, semanalmente temos o grupo de apoio, onde todos são convocadas a falar”, informa Carla.
A avaliação é gratuita, e o investimento no Projeto de Intervenção será definido mediante análise de perfil socioeconômico. Podem participar crianças até 10 anos de idade. Para ter acesso, é preciso entrar em contato pelo telefone ou e-mail: contato@institutoescuta.org
Até 21 de dezembro, o Instituto está em campanha de financiamento coletivo para garantir pelo menos um grupo de Projeto de Intervenção em 2017. A arrecadação é por meio da plataforma HYPERLINK “http://juntos.com.vc/” juntos.com.vc. Para doar, basta acessar: “http://www.juntos.com.vc/pt/institutoescutaorg#about”.
O Escuta tem ainda parcerias com outras entidades do terceiro setor nas recompensas. Uma dela, por exemplo, é uma aula introdutória à Língua Brasileiras de Sinais em parceria com o Centro de Educação para Surdos Rio Branco.

ICEL – Interação Cultura Esporte e Lazer

Fazer exercícios físicos, praticar esportes, participar de passeios culturais, trocar experiências e encontrar novas amizades. Pensando na importância de tudo isso para o bem-estar de qualquer pessoa, os amigos Sandro Brito e Paulo Scarpelli, que estudavam na Universidade Santo Amaro (UNISA), criaram um projeto destinado a pessoas com deficiência física que usam cadeiras de rodas. Assim nasceu o ISE – Interação Saúde Especial, em 2009, que mudou de nome e se tornou uma Organização Não Governamental (ONG) e hoje tem o nome de ICEL – Interação Cultura Esporte e Lazer. Atualmente o grupo é composto por 20 participantes, a maioria homens, que se reúnem nas manhãs de domingo no CEU Cidade Dutra (zona sul capital paulista), de 9h às 11h. Os encontros começam com exercícios para melhorar a condições física e as habilidades motoras. O ponto forte é o jogo treino para trabalhar tudo que foi desenvolvido no dia. “Atualmente temos o Handebol em Cadeira de Rodas (HCR4), estamos iniciando o tênis de mesa, além de fazer recreação na piscina, porém o Handebol é o principal esporte”, conta Scarpelli.
No final de 2013, o grupo participou de duas etapas do V Campeonato Paulista de HCR4 representando a cidade de São Paulo como a única equipe da capital. “Tivemos grandes dificuldades para acompanhar o restante dos times porque não possuímos cadeiras de rodas esportivas essenciais para esta modalidade, sendo assim contamos com a boa vontade das outras equipes em nos cederem as cadeiras de seus atletas no intuito de termos mais possibilidades para atuar no evento”, explica o idealizador do grupo.
O sonho agora, de acordo com Sandro de Brito Ribeiro, que ministra o treinamento de Handebol, é expandir as atividades em um espaço próprio com melhor infraestrutura, além de agregar outras pessoas e novos voluntários. Na parte cultural, uma vez por mês, o grupo costuma ir a teatros, circos, museus, visitar parques, e assistir a shows musicais, contanto com o serviço de transporte Atende/SPTRANS, da Prefeitura de São Paulo.
Para Scarpelli, a prioridade para 2017 é conseguir cadeiras esportivas adequadas, além de um espaço público definitivo, para seja possível treinar também durante a semana, já que o CEU é liberado só aos domingos. O grupo quer também participar das etapas do HCR4 do Campeonato Paulista, além de ampliar o campo de atendimento. O ICEL aceita novos participantes, desde que tenham, no mínimo, 16 anos de idade e consigam tocar a sua própria cadeira de rodas, além de terem um atestado médico, confirmando estarem aptos para atividades físicas. Nessas atividades é necessário um responsável presente.
Como a participação é totalmente gratuita, o ICEL está em busca de voluntários, apoiadores e patrocinadores. Os contatos com o grupo podem ser feitos pelo e-mail: “mailto:icelsp2016@gmail.com”

 Aprender uma língua através da interculturalidade

A Dra. Lidia Cámara, que recentemente deu uma conferência na Universidade Europeia do Atlântico, explica em conferência TEDx a importância da interculturalidade para combater a xenofobia

A Alemanha vinha recebendo imigrantes sem impor muitas restrições. Com a avalanche de refugiados que chegaram recentemente provenientes de países como a Síria e o Afeganistão, a questão da imigração volta a ser elemento-chave de integração social e novos ataques de xenofobia aparecem.

Como ressalta a doutora em Linguística e professora da Universidade Humboldt (Alemanha), Lidia Cámara, durante conferência TEDx em Valladolid (Espanha), cada vez há mais detratores da poítica de receber imigrantes. Porém, Lidia Cámara lembra que a metade destas pessoas que fogem de seus países são menores de idade, segundo dados da UNESCO.

m dos elementos-chave para o processo de integração destes refugiados é o aprendizado do idioma alemão. Como linguista, ela destaca que não somente para os refugiados, senão para todos os imigrantes de maneira geral.

Assim como a língua ajuda à integração social, ela também pode servir como meio de exclusão social. “Se por exemplo, tem uma competência linguística pobre, ou uma entonação estrangeira, ou um dialeto determinado de uma região”, até mesmo deficiências na linguagem oral como a gagueira, estes aspectos “influenciam em como as pessoas vão te aceitar ou vão te marginalizar na sociedade”, afirma.

Na Alemanha, há centros que ensinam gratuitamente a língua alemã. Nestes centros, falta a presença de meninas refugiadas. A professora Lidia Cámara, interessada em atuar socialmente para a integração deste coletivo, criou junto a outros especialistas o projeto HalloFoto!, para desenvolver as competências comunicativas e criativas destas adolescentes em um espaço de interação e interculturalidade.

Como metodologia, usaram as tabelas de comunicação aumentativa que ajudam as pessoas que não têm a linguagem oral desenvolvida. As tabelas estão compostas por pictogramas e um vocabulário formado por palavras mais repetidas na língua, de forma espontânea.

Mas como destaca a Dra. Lidia Cámara, o mais importante da ação foi reunir a interculturalidade de maneira lúdica, sem ressaltar as diferenças, através de atividades como a produção de fotografias, ou excursões.

O projeto se destacou na imprensa local por oferecer saídas às correntes xenófobas que vêm crescendo no país e a equipe resolveu criar uma licença Creative Commons para que todos possam replicar o projeto em outras regiões do país, ou do mundo.

Novas formas de se comunicar e interagir podem romper estereótipos e construir pontes. O projeto “também conseguiu desenvolver identidades transformadas, poderosas e interculturais, e estas identidades não estão baseados no consenso, e sim, no respeito mútuo”, diz a linguista.

Veja a conferência completa em:

Nota: A Universidade Europeia do Atlântico forma parte da Rede Universitária com que colabora FUNIBER

Foto: Todos os direitos reservados.

Fonte: FUNIBER.

Acesso em  https://blogs.funiber.org/pt/formacao-professores/2016/12/23/funiber-lingua-interculturalidade?utm_source=Boletines%20de%20Noticias&utm_medium=&utm_campaign=Bolet%C3%ADn%20de%20FORMACION%20DE%20PROFESORES&utm_term=

imagem

Imagem  —  Publicado: fevereiro 15, 2017 em Uncategorized

 IDB - Instituto Doutores do Brasil

 

Doutorado em Psicologia UCES Buenos Aires – Turma julho 2017
Faça sua matrícula no Doutorado em Psicologia. Matrículas abertas
Programe-se e economize !!!

  • POUCAS VAGAS

Estamos com descontos exclusivos para matrículas realizadas até dia 28/02/17. Confira e não perca esta oportunidade única.

“Sempre com investimento garantido”

Maiores Pará INFORMAÇÕES Entre em Contato Conosco  (here camarilha)
* Para Matriculas realizadas Ate O dia 28/02/2017

INVISTA EM VOCÊ !!!

Venha fazer parte deste tempo de       VENCEDORES !!!

Título reconhecido no Brasil.

Processo seletivo por análise curricular

Pré-requisito: graduação de no mínimo 4 anos

Envie seu currículo completo para o e-mail:
doutorado@doutoresdobrasil.com.br

Vagas limitadas!

Mais Informações Faça sua InscriçãoFale Conosco
Instituto Doutores do Brasil
Rua Cândido Portinari, 27, Ed. Rio Centro, sala 305, Santa Luíza
CEP 29.045-415 – Vitória – Espírito Santo
Telefone: 0800 600 2669