Hoje às 9h40 a profª. Mestre Christiane Maria Costa Carneiro Penha, professora do Uniabeu Centro Universitário, concedeu entrevista ao programa”Todas as Vozes” apresentado pelo comunicador Marco Aurélio, ao vivo por telefone, com duração aproximada de dez minutos,sobre o universo das pessoas com deficiência, tendo por tema a oficina gratuita de braille oferecida pela Uniabeu para o quadro “Atitude Inclusão”, da Rádio MEC AM do Rio de Janeiro 800 KHz/ radios.ebc.com.br/mecamrio
MÍDIAS IMPORTANTES DA BAIXADA FLUMINENSE
TAMBÉM VALORIZARAM E DIVULGARAM O
EVENTO EM SUAS PÁGINAS.
Jornal do Brasil – 11/05/2017

Uniabeu oferece oficina gratuita de Braille

 Notícias de Belford Roxo – 10/05/2017

Uniabeu oferece oficina gratuita de Braille em Belford Roxo 

 Baixada Fácil – 10/05/2017

Uniabeu promove oficina gratuita de Braille 

 Conecta Baixada – 10/05/2017

Uniabeu promove oficina gratuita de Braille

Jornal de Hoje – 11.05

Uniabeu promove oficina gratuita de Braille

Belford Roxo Notícias – 10/05/2017

Uniabeu promove oficina gratuita de Braille 

Jornal Belford Roxo – 10/05/2017

Uniabeu promove oficina gratuita de Braille

Blog Lote XV – 10/05/2017ch

Uniabeu promove oficina gratuita de Braille 

Notícias de Belford Roxo
A partir de  25 de maio , sem campus UNIABEU de Belford Roxo, às 17 horas. Começar uma oficina gratuita de Braille. Segundo uma professora mestre Christiane Maria Costa CarneiroPenha, o evento de noções de orientação e mobilidade para os que enxergam e como viver de forma adequada com o deficiente visual, mostrando uma linguagem que deve ser usada com o portador de deficiência. Para os deficientes visuais, uma oportunidade é importante para ampliar uma autonomia com actividades cotidianas.
Foto: Rodolfo Walter
A oficina é indicada aos portadores de deficiência visual e voluntários, melhorando a inclusão em escolas, universidades, no mercado de trabalho. Como inscrições podem ser feitas até dia 20 de maio no http://www.uniabeu.edu.br/noticias_eventos.php?t=evento&cod=281 . “O sistema braille é um código universal de leitura tátil e de escrita, usado por pessoas cegas. Ele foi desenvolvido na França por Louis Braille, um jovem cego, a partir do sistema de leitura não escuro, para uso militar, de Charles Barbier “.
Serviços:
Evento: Oficina gratuita de Braille
Dia: 25/05
Local: Campus Belford Roxo
Endereço: Rua Itaiara, 301, Centro de Belford Roxo
Fonte: Notícias de Belford Roxo. Acesso em  http://noticiasdebelfordroxo.blogspot.com.br/2017/05/uniabeu-promove-oficina-gratuita-de-braille-belford-roxo.html

Inscrições abertas
Aulas às quartas-feiras – Início 16 de agosto de 2017.
Clique aqui
e leia a página do curso.
As vagas são limitadas. Clique aqui e faça sua pré-inscrição.

 Faculdade de São Bento do Rio de Janeiro
Rua Dom Gerardo, 68 – Centro – Rio de Janeiro
Telefones: (21) 2206-8310 e 2206-8281
info@faculdadesaobento.org.br
www.faculdadesaobento.org.br

UNIABEU: cursos de extensão.

Publicado: maio 10, 2017 em Uncategorized

1- Oficina de Braile

Informações e inscrições em http://www.uniabeu.edu.br/noticias_eventos.php?t=evento&cod=281

2- PROTETIZAÇÃO DO PACIENTE AMPUTADO: da reabilitação emocional e física

 Local: Uniabeu Belford Roxo. Horário: 8h às 17h. Realização: Prof.ª Christiane MCC Penha.

Prof.ª convidada: Fisioterapeuta Thais Giglio Cordeiro.

Período de inscrições: De 04 de maio a 20 de junh o.

Valor: R $ 25,00. Acesso em http://www.uniabeu.edu.br/noticias_eventos.php?t=evento&cod=283

3- ENCONTRO DE LÍNGUA BRASILEIRA DE SINAIS.

Informações e inscrições em http://www.uniabeu.edu.br/noticias_eventos.php?t=evento&cod=282

A Uniabeu é uma instituição de ensino superior do Estado do Rio de Janeiro. Tem um campus nas cidades de Belford Roxo, Nilópolis, Nova Iguaçu e Angra dos Reis e oferece cursos de Graduação, Pós-Graduação e Extensão.

Www.uniabeu.edu.br

O centro Universitário ABEU apresenta Cine Debate “A linguagem do coração” cujo tema será mediado pelas professoras: <b>Christiane Maria Costa Carneiro Penha</b> – Psicóloga, Pedagoga, Mestre em Psicologia, Pós Graduada em Educação Especial e Língua Brasileira de Sinais e pela fisioterapeuta <b>Thais Giglio Cordeiro</b> – graduada pela UFRJ com especialização Master em Traumato-ortopedia Desportiva.

Imagem  —  Publicado: maio 8, 2017 em Uncategorized

Car@s leitores,

A revista REVER – Revista de Estudos da Religião – ISSN 1677-1222 publicou em 30 de abril de 2017 uma nova edição, disponível em https://revistas.pucsp.br/index.php/rever.

Convidamos a navegar no sumário da revista para acessar os artigos e outros itens de seu interesse.

Boa leiturA! Frank Usarski.

Pontifícia Universidade Católica de São Paulo.

usarski@pucsp.br

REVER – Revista de Estudos da Religião – ISSN 1677-1222. https://revistas.pucsp.br/index.php/rever/issue/view/1786

Imagem colorida mostrando mosaico de pessoas negras que passaram a frequentar o ensino superior depois da adoção das cotas raciais.Foto: site compromissocampinas.org.br

A Lei nº 12.711/2012, mais conhecida como Lei de Cotas, assegura metade das vagas de universidades públicas a alunos de escolas públicas, autodeclarados pretos, pardos, índios e deficientes, com renda inferior ou igual a 1,5 salário mínimo. A Lei, que entrou em vigor no ano de 2012, gerou bastante polêmica na época.

Uma das críticas feitas pelos que se opunham à Lei era a possibilidade de o rendimento acadêmico piorar com a criação das cotas. No entanto, uma recente pesquisa analisou o desempenho de mais de 1 milhão de estudantes no Exame Nacional de Desempenho de Estudantes (ENADE), entre 2012 e 2014. Segundo o site Agência Fapesp, a pesquisa foi realizada pelo professor titular do Instituto de Computação da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp), Jacques Wainer, e pela professora associada da Rossier School of Education da University of Southern Califórnia, Tatiana Melguizo.

A pesquisa revelou que o desempenho dos alunos que tiveram acesso ao ensino superior em universidades públicas a partir das ações afirmativas foi superior aos que ingressaram pela ampla concorrência. De acordo com o estudo, os alunos analisados equivalem a um terço do número total de alunos de ensino superior formados no período. Os dados do levantamento comprovam que era infundado o receio sobre uma possível queda do rendimento acadêmico.

No entanto, desde que a Lei começou a vigorar, o dia a dia das universidades se tornou diferente. Menos elitizadas, as universidades públicas brasileiras agora contam com a participação de alunos de diversas classes sociais. Todavia, é preciso lembrar que, apesar do bom desempenho, alguns ainda sofrem discriminações no espaço universitário.

A discriminação presente entre os alunos

A estudante cotista Michelle Amâncio, aluna do 3o período do curso de Comunicação Social da UFRJ, afirma que foi alvo de preconceitos e comentários maldosos no início de sua vida acadêmica.

Imagem de Michelle Amâncio, estudante cotista e aluna do terceiro período do curso de Comunicação Social da UFRJ.
Michelle Amâncio, estudante cotista e aluna do 3o período do curso de Comunicação Social da UFRJ. Foto: Lusiane Sousa (CoordCOM / UFRJ)

“Eu enfrentei duas dificuldades logo na primeira semana. Uma foi preconceito direto mesmo e a outra foi uma constatação a que eu cheguei. Em uma das primeiras conversas sobre vestibular, eu mencionei que havia feito as provas apenas com meu conhecimento de colégio. Então, uma pessoa da roda falou que eu só havia entrado porque eu tinha as cotas. Achei um total absurdo”, relembra.

A constatação a que Michelle chegou foi de que, apesar de a lei destinar 50% das vagas para cotistas, ainda são poucos os alunos negros, pardos ou índios que frequentam o ambiente acadêmico.

Michelle também menciona que quase fez parte do movimento Bafros, um coletivo dos negros na UFRJ. Ela conta que o movimento é responsável por investigar e denunciar as fraudes que muitos alunos cometem ao se autodeclararem para a cota racial sem, na verdade, pertencerem a esse grupo.

No Brasil, são inúmeros os casos de fraudes como essa. Muitos se aproveitam do documento de autodeclaração para conseguirem ingressar no ensino superior com notas destinadas às ações afirmativas.

O preconceito na sala de aula

Outro aluno cotista que também sofreu discriminação foi Matheus Rocha, aluno do 5º período de Comunicação Social na UFRJ. “Já sofri um certo preconceito através dos olhares de alguns professores, pois quando tratavam de assuntos sobre negros e pobreza, olhavam diretamente para mim na sala de aula. Totalmente constrangedor”, afirma.

Além disso, ele se sente constrangido no dia a dia das aulas quando professores questionam a turma sobre determinados livros ou autores. “Muitas vezes, em aula, os professores perguntam se já lemos tal autor ou vimos tal filme e, quando negamos, isso é motivo para espanto. O que acontece é que, por não vir de uma escola particular, eu não tive acesso a esses bens culturais tanto quanto um aluno que foi da particular teve.”

Sobre a pesquisa, os estudantes cotistas acreditam que o desempenho dos colegas egressos das ações afirmativas seja superior devido a uma dedicação maior em relação aos demais colegas. É o que afirma a aluna cotista do 5º período de Comunicação Social na UFRJ, Ana Carolina Santos.

“Acredito que nós, cotistas, batalhamos mais para estarmos aqui, então acabamos dando mais valor. Até conversamos bastante sobre isso de ouvirmos pessoas da zona sul sempre reclamando da ECO e da faculdade, enquanto nós temos uma alegria imensa de estar aqui”, diz.

Universidade enriqueceu depois das cotas

Para os professores, a Lei de Cotas é possivelmente a maior conquista dos movimentos sociais brasileiros atualmente. “Com a turma mais diversificada, outras experiências de vida podem ser passadas”, afirma Marcelo Paixão, professor do Instituto de Economia (IE) da UFRJ e coordenador do Laboratório de Análises Econômicas, Históricas, Sociais e Estatísticas das Relações Raciais (Laeser). Especialista no assunto, ele acredita que, depois da Lei, a universidade enriqueceu em termos sociais.

Quanto à pesquisa, ele diz que é bastante gratificante saber que o desempenho acadêmico desses alunos tenha sido ótimo. “É interessante porque, quando nós vivemos o debate sobre as ações afirmativas, não apenas na UFRJ, mas em todo o país, era dito que o estudante que viesse por meio das ações afirmativas reduziria a qualidade de ensino porque viria com o menor preparo e a universidade sofreria do ponto de vista da sua qualidade acadêmica”, relembra.

Imagem de Marcelo Paixão, professor do Instituto de Economia da UFRJ e coordenador do Laboratório de Análises Econômicas, Históricas, Sociais e Estatísticas das Relações Raciais.
Marcelo Paixão, professor do Instituto de Economia (IE) da UFRJ e coordenador do Laboratório de Análises Econômicas, Históricas, Sociais e Estatísticas das Relações Raciais (Laeser). Foto: Observatório de Favelas

Paixão também concorda que os estudantes cotistas vêm para a universidade mais engajados e isso talvez seja um fator importante para o resultado da pesquisa.

Atualmente, Marcelo se encontra nos Estados Unidos por questões profissionais. Ele diz que, em sala de aula, não percebeu mudança na qualidade de suas turmas. “Sobre os cotistas, realmente, no que diz respeito tanto à minha experiência quanto à minha sensibilidade de operar, eu não percebi nas minhas turmas queda de rendimento. E olha que eu lidava com períodos complicados na Economia,” sublinha.

Cobrança de mensalidade

A cobrança de mensalidade em universidades públicas é uma medida que vem sendo defendida por ocupantes de cargos do atual governo brasileiro e preocupa bastante os cotistas. Ela foi defendida recentemente, por exemplo, pela secretária-executiva do Ministério da Educação (MEC), Maria Helena Guimarães de Castro.

A cobrança de mensalidade pode significar a expulsão da universidade de muitos alunos cotistas que não possuem condições de pagar.

“Acho um absurdo. Nem todas as pessoas vão ter condições financeiras de pagar por uma universidade. É óbvio que temos faculdades particulares que estão no mesmo patamar de sucesso que as universidades públicas como a UFRJ,” argumenta Michelle.

Muitos alunos, principalmente os cotistas, estão preocupados e torcem para que a medida não seja efetivada. “É triste, porque nós já pagamos imposto e deveríamos ter todos os serviços públicos sem custo e de qualidade. Espero que isso não ganhe corpo,” reflete Ana Carolina.

FONTE: CONEXÃO UFRJ